Chá Verde

Em 16/06/2013, publicado em: Blog Pharmactiva por

Uma substância encontrada no chá verde foi o caminho para o desenvolvimento de um composto eficaz para combater a erosão dentária. Na Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), da USP, a professora Marília Buzalaf, do Departamento de Ciências Biológicas da FOB, em conjunto com outros pesquisadores, realizou alguns testes que demonstram a eficácia da catequina (nutriente de ação antioxidante encontrada no chá verde) como inibidora das metaloproteinases da matriz (MMP). Essas enzimas, quando ativadas, são responsáveis pela erosão da dentina, a camada mais interna do dente.

Uma das substâncias testadas pelos pesquisadores como inibidores da MMP é a epigalocatequina galate (EGCG), um flavonóide (grupo de compostos orgânicos encontrados em diversas espécies vegetais e em alimentos processados como o chá) que também é encontrado no chá verde.

O grupo responsável pela pesquisa produziu géis à base de inibidores de enzimas como a epigalocatequina galate, encontrada no chá verde, a clorexidina e o sulfato ferroso. Os géis foram aplicados sobre a dentina, posteriormente exposta à substâncias ácidas, como refrigerantes. Enquanto o bochecho com o chá inibiu 30% da corrosão, a utilização do gel, de todos os inibidores, garantiu 100% de inibição em uma única aplicação.

Os géis foram patenteados pela Agência USP de Inovação, e já foi dada a entrada do pedido de licenciamento que viabiliza a sua comercialização. A ideia é que pacientes com o problema possam ir até o consultório odontológico receber a aplicação profissional do gel desenvolvido na FOB.

O próximo passo é um estudo de maior duração que avalie os efeitos a longo prazo do gel e descubra de quanto em quanto tempo é necessário uma nova aplicação.

Fonte: USP

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Vinho tinto estimula enzima antienvelhecimento

Um ingrediente do vinho tinto estimula uma enzima que retarda o envelhecimento das células e que poderia prevenir doenças geriátricas como o Alzheimer. Um experimento da Universidade de Harvard confirmou a crença científica de que as enzimas celulares estudadas, as sirtuinas, são reguladoras universais do envelhecimento de todos os organismos vivos, e por isso são muito interessantes para o tratamento da passagem dos anos.

“As sirtuinas operam como guardiães das células”, disse o cientista David Sinclair, da Faculdade de Medicina de Harvard, que liderou o trabalho publicado na revista Nature. “Estas enzimas permitem que as células sobrevivam ao dano e retardam a morte das células”, disse.

O estudo culmina, por enquanto, três anos de estudos e descobertas sobre as sirtuinas, em uma classe de enzimas presente virtualmente em todo organismo desde as bactérias até as plantas e os humanos. Todas as enzimas têm a função de promover reações bioquímicas essenciais dentro das células.

Inicialmente os cientistas pensaram que as sirtuinas trabalhavam, principalmente tirando moléculas chave das proteínas que rodeiam o DNA (ácido desoxirribonucleico) como parte do processo pelo qual as células ativam e desativam seus genes. Mas recentemente os cientistas notaram que as sirtuinas também são parte de um sistema de retroalimentação que realça a sobrevivência das células em tempos de stress, especialmente se este for devido à falta de alimentação.

Os experimentos aumentaram significativamente os períodos de vida em células de fermento e humanas nos laboratórios, e estendeu as vidas de moscas e vermes, organismos que em nível da biologia molecular envelhecem tanto como os humanos.

De todos os compostos experimentados pelos cientistas, o que mais estimulou a enzima foi o resveratrol, uma substância abundante na pele da uva preta e também entre os álcoois do vinho tinto.

Segundo outro estudo publicado por Philippe Jeandet e Roger Bessis da Universidade da Borgonha (França) o resveratrol é um composto fenólico produzido pela videira em resposta a uma infecção de “podridão cinzenta” (botrytis). Esta molécula é conhecida por suas propriedades terapêuticas.

Borgonha, em cuja Universidade foi estudado o resveratrol, é junto com Bordeaux e Champagne, uma das regiões produtoras de grandes vinhos na França. “É o constituinte ativo dos extratos da raiz de uma planta (Polygonum cuspidatum) utilizada na medicina tradicional chinesa e japonesa para o tratamento da arterioesclerose e das doenças inflamatórias e alérgicas”, segundo o estudo francês.

Os conteúdos em resveratrol do vinho são volúveis segundo os vinhedos e as regiões de produção e sabe-se que estão relacionados com o estímulo das reações de defesa da videira em resposta a uma infecção parasitária. Também foi creditado ao resveratrol uma diminuição do risco de doenças cardíacas.

Sinclair disse que, sobre a base das descobertas, agora continua a busca dos compostos que estimulam mais as sirtuinas, e a produção de compostos sintéticos, para experimentá-los na extensão da vida não só de moscas e vermes, mas também de humanos e macacos. Mas Jef Boeke, um especialista em genética de fermentos que trabalha na Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins, se mostrou cauteloso e disse que “o envelhecimento não é o mesmo em humanos e em fermentos”. “As sirtuinas são moléculas potentes e quando alguém as estimula teria que ter muito cuidado sobre os efeitos secundários potenciais”, acrescentou.

Fonte: http://noticias.terra.com.br

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Estudo publicado no Journal of Nutrition, no mês de outubro, mostrou que o consumo de proteína de soja pode atuar na redução do o risco de câncer de próstata. É o primeiro estudo que investiga os efeitos do consumo da proteína de soja no metabolismo do estrógeno e câncer de próstata em homens.
No estudo randomizado, 58 homens, entre 50 e 85 anos, com risco de desenvolver câncer de próstata avançado ou já diagnosticados com câncer de próstata, participaram da pesquisa. Separados em três grupos, cada um deles ingeriu, por seis meses, três tipos de proteínas respectivamente: proteína isolada de soja rica em isoflavona, proteína isolada de soja com baixo nível de isoflavona e proteína do leite.
Na conclusão, a publicação científica salienta que as observações apontadas no estudo sugerem que a redução do risco de câncer de próstata pode estar relacionada com o consumo de proteína de soja, principalmente àquela rica em isoflavonas, e a síntese do estrógeno endógeno no metabolismo.
“O objetivo do estudo foi avaliar o efeito do consumo de proteína isolada de soja na eliminação de estrógeno metabólico na urina de homens com alto risco de desenvolver câncer de próstata”, disse Mindy Kruzer, autora principal do estudo e professora do Departamento de Ciência do Alimento e Nutrição da Universidade de Minnesota.
“Depois da biópsia do tecido, receptores andrógenos foram reduzidos na próstata, que representa uma redução do risco de câncer de próstata. Além disso, um número significativamente menor de evolução de câncer de próstata foi observado em homens que consumiram proteína isolada no período de seis meses. Estamos entusiasmados com os resultados, mas outros estudos deverão ser realizados”, complementou.
“Os resultados deste estudo podem ser benéficos para homens que estão em risco de desenvolverem câncer de próstata”, disse Dra. Kathryn Greaves, líder do grupo de nutrição clínica da Solae. “Se os resultados deste estudo forem replicados nos próximos, a redução do risco de câncer de próstata pode ser outra razão para se incluir soja na dieta diária”, finaliza. A soja tem sido documentada por melhorar potencialmente a saúde cardiovascular, ajudar no desempenho esportivo e administração do peso.
No Brasil
Seguindo as estimativa do INCa – Instituto Nacional do Câncer, mais de 40 mil novos casos de câncer de próstata foram apontados. Ainda de acordo com o INCa, o câncer de próstata é o mais freqüente em todas as regiões brasileiras
entre o total de tumores, exceto pele não-melanoma. “Os números da doença são alarmantes. Ainda não podemos falar de cura para este tipo de câncer, mas temos validação científica para incluir a proteína isolada da soja no nosso arsenal terapêutico”, afirma o nutrólogo e também cardiologista do IMeN – Instituto de Metabolismo e Nutrição, Daniel Magnoni.
“A soja permite uma grande variação de alimentos aliando saudabilidade e redução do risco de doenças. Considerada alimento-chave para os brasileiros, pesquisas como esta publicada no Journal of Nutrition têm demonstrado que a soja e suas diversas propriedades atuam positivamente no metabolismo humano”, complementa. “Hoje em dia, quando pensamos em soja e nutrição preventiva às doenças devemos esquecer o grão como alimento, devemos pensar nos subprodutos da soja, como as isoflavonas, a fibra, lecitina e colina”, acrescenta. “De acordo com outras pesquisas, a colina, um nutriente essencial presente na lecitina de soja auxilia no desenvolvimento de funções essenciais como a memória. Além disso, a proteína isolada do grão, ajuda a reduzir os níveis de colesterol total e LDL, e os níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias e assim manter o coração saudável”, explica Magnoni. Sobre a The Solae Company
Há mais de 30 anos, a The Solae Company, uma joint-venture entre DuPont Protein Technologies e Bunge Limited, realiza pesquisas para entender melhor os reais benefícios da proteína de soja à saúde. Os principais assuntos estudados pela The Solae Company são saúde cardíaca, nutrição esportiva e controle de peso. Há muitos anos, pesquisadores de mais de 180 universidades e instituições de pesquisa utilizam produtos à base de proteína de soja da The Solae Company em centenas de estudos.

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Saúde Para Todos

Em 17/03/2012, publicado em: Bem Viver, Blog Pharmactiva por

Insônia: dormindo com o inimigo.

“Estudos mostram que mais de 70% das pessoas deprimidas e 25% das excessivamente ansiosas também sofrem de insônia”.

Alessandro Loiola

Um sujeito vai ao médico para se queixar de um grave problema de insônia. – Doutor, toda vez que me deito na cama, acho que tem alguma coisa me ameaçando embaixo. Aí me deito embaixo da cama e acho que a coisa está em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, a noite inteira. Não consigo dormir… será que isso tem cura? O médico rascunha uma meia dúzia de 30 remédios diferentes e sentencia: – Tem, tem cura, mas vai demorar uns dois anos e serão necessárias sessões semanais de R$ 150 cada uma, aqui no consultório. Sem todo aquele dinheiro e ainda mais deprimido do que quando chegou para a consulta, o sujeito desaparece. O médico o reencontra por acaso na rua, vários meses depois. – Rapaz, olha você aí! Não voltou mais… – Ah, doutor, terminei encontrando a solução definitiva para meu problema num bar, por apenas R$ 10. – Como é que é !? – pergunta incrédulo o médico. – Por R$ 10, o sujeito foi lá em casa e cortou os pés da cama… Não recomendo que você vá procurar a cura de todos os seus males em cada barzinho da sua cidade, até porque corre o risco de não existirem barzinhos suficientes, mas também não recomendo que confie o sucesso de sua existência a um punhado de comprimidos escondidos em caixinhas coloridas de papelão. A insônia é um bom exemplo disso. A insônia não é uma doença, mas é extremamente comum. Na maioria dos casos, sinaliza outros distúrbios, como alergias, artrite, doenças cardíacas, hipertensão arterial, asma, doenças reumáticas, Parkinson, Alzheimer e hipertireoidismo. Alterações psicológicas também são uma causa importante: estudos mostram que mais de 70% das pessoas deprimidas e 25% das excessivamente ansiosas também sofrem de insônia. Cerca de 5% das pessoas com insônia apresentam um tipo especial chamado insônia psicofisiológica. Essa forma consiste em um ciclo vicioso, em que uma primeira noite maldormida produz irritabilidade e ansiedade durante o dia, afetando o padrão de sono da noite seguinte, reiniciando então todo o processo. O consumo exagerado de álcool e cafeína responde por 10% a 15% dos casos de insônia psicofisiológica. Independentemente da causa, a insônia pode resultar em dificuldade de concentração, dores de cabeça persistentes, problemas da memória e dificuldade em resolver problemas do dia-a-dia. Estudos recentes mostram que o sono profundo é importante para o aprendizado de habilidades repetitivas, que exigem boa percepção visual, como, por exemplo, digitar, dirigir, manusear máquinas pesadas etc. Diminuir uma ou duas horas de sono por noite já é o suficiente para comprometer sua performance no trabalho. O tratamento da insônia deve ser iniciado pela pesquisa e correção das causas diretas: normalizar a pressão arterial, tratar o hipertireoidismo, a crise de asma, as dores artríticas, a depressão etc. Se você não sofre de nenhuma doença grave e mesmo assim anda se queixando de insônia, o problema provavelmente está em seus maus hábitos na hora de dormir. Nesse caso, o primeiro passo é procurar a farmácia mais próxima e comprar um grande e suculento frasco de vergonha. Tome-o quase todo e ofereça o restinho àquelas visitas que teimam em ficar até mais tarde no domingo. A qualidade do sono depende de atitudes simples, como criar no quarto um ambiente escuro, silencioso e relaxante. Um banho morno seguido de um lanche leve (uma ou duas porções de fruta em vez de 80 quilos de antílope assado com pimenta) ou tomar chás com ervas relaxantes (melissa, valeriana, bupleuro, camomila, erva cidreira) são medidas úteis para chamar o sono. Nos casos mais severos e crônicos, pode ser necessário o uso de sedativos. Entretanto, o organismo ganha resistência com o tempo, solicitando doses cada vez maiores do remédio para obter os mesmos efeitos, aumentando a possibilidade de reações colaterais perigosas. Como essas drogas não curam o problema, a insônia tende a retornar tão logo os medicamentos sejam suspensos. No fim das contas, o segredo para aquele ronco cerrado não está em remédios mirabolantes. A verdadeira solução para a insônia – e tantos outros problemas que lhe afligem – costuma se esconder no velho lugar insuspeito de sempre: dentro da sua cabeça. Ou embaixo da cama.

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Guia de Carreiras: Farmacêutico

‘Mexemos com vidas, cada fórmula é uma pessoa’, diz farmacêutica.
Farmácia de manipulação cresce no segmento.

Médico, paciente e farmacêutico, relação que Márcia Regina Silva Mendes, farmacêutica e sócia da farmácia de manipulação Pharmactiva, em São Paulo, define como de extrema importância para o segmento. A farmácia de manipulação, segundo ela, é um dos setores que se desenvolve com rapidez no mercado e torna o trabalho do farmacêutico mais personalizado. “Cada medicação que fazemos é individualizada. São quantidades e concentrações diferentes. Mexemos com vidas. Cada fórmula é uma pessoa”, diz.

A farmacêutica formada há 20 anos afirma que a área se tornou bastante ampla e complexa. “Era muito mais simples ser farmacêutica quando comecei. Hoje se tem muito mais controle, o que obrigou a gente a se profissionalizar muito no sentido de organização e treinamento de pessoas”, afirma.

Quando começou, Márcia estagiou durante oito meses em uma empresa de alimentos até abrir a própria farmácia de manipulação com uma sócia. Em cinco anos, ela afirma que se mudou de uma pequena sala de trabalho para a farmácia de dois andares com salas de laboratórios divididas.

Para ser farmacêutico, segundo ela, o profissional deve gostar de estudar e entender disciplinas como química, farmacologia, fisiologia, para saber como funciona a ação da medicação no corpo humano, além de matemática e até estatística. Mas um ponto fundamental que hoje se exige é a assistência farmacêutica. “Temos que saber dar orientações quanto ao uso da medicação, o que pode e o que não pode, por exemplo, com leite, sucos ácidos e água, já que tudo é combinação química”, disse.

O profissional pode atuar tanto no controle de qualidade, como em produção, marketing, pesquisa e desenvolvimento. As opções são diversificadas, e o profissional pode trabalhar em empresas de alimentos, medicações, laboratórios de análises clínicas e empresas de cosméticos, outro segmento que está em alta no mercado, segundo Márcia.

“Hoje a cosmetologia é um segmento que também vem crescendo muito no mercado. Tenho interesse em desenvolver também”, afirma.

O trabalho da farmacêutica exige dedicação, disciplina e organização. “É um trabalho minucioso. Tudo tem que estar perfeito, desde a compra de materiais dos fornecedores até a entrega ao cliente. Falo para os meus funcionários que se você errou uma fórmula das mil, por exemplo, que são produzidas no dia, você errou 100%, porque cada medicamento é para uma pessoa, e pessoas não se substituem”, disse.

Márcia disse que não tem rotina, já que a cada dia tem uma fórmula de medicamento diferente a ser produzida. A profissional tem, entre as responsabilidades, a conferência de materiais que chegam à farmácia, checagem dos laboratórios, dar orientações aos funcionários, conferir produção e entrar em contato com pacientes. “Tem gente que muda de médico, mas não muda de farmácia”, afirma, quando se refere à questão da confiança no trabalho que o cliente adquire quando solicita serviços de farmácia.

O profissional também tem que estar atento e sempre atualizado às novidades da ciência, leis e exigências da vigilância sanitária.

Ela afirma que o piso salarial do profissional gira em torno de R$1.700. “A proatividade é responsável pelo crescimento do profissional. Você ganha o que faz. Acho que é assim em todas as profissões”, afirma.

O que faz

Perfil

Onde atua

Salário inicial

Por Caroline Hasselmann

Do G1, em São Paulo

 Esta reportagem foi originalmente publicada no site www.g1.com.br, da Globo. Para ver a matéria no site, clique aqui.

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A Pharmactiva é Uma Empresa Amiga da Criança

 Criado pela Fundação Abrinq em 1995, o Programa Empresa Amiga da Criança mobiliza empresas para uma atuação social em benefício de crianças e adolescentes no Brasil.

O Programa incentiva o investimento social privado em ações para a infância e adolescência e apoia as empresas na qualificação de suas ações, para que estejam em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Clique aqui e veja exemplos de ações sociais aceitas pelo programa.

Vantagens de ser uma Empresa Amiga da Criança:

  • Fazer parte de uma rede de empresas comprometidas com a situação da infância brasileira;
  • Receber o direito de uso do selo Empresa Amiga da Criança, que agrega valor à sua marca e pode ser utilizado como um diferencial para a imagem da empresa;
  • Receber o kit de fidelização, com o diploma anual de Empresa Amiga da Criança, mousepad e um CD com informações e conteúdos relacionados à área da infância e adolescência;
  • Ter seu nome divulgado nos materiais e site da Fundação Abrinq;
  • Receber publicações da Fundação Abrinq, tais como o informativo impresso, relatório anual e boletins eletrônicos, enviados a pessoas, empresas, organizações e prefeituras de todo o país;
  • Ter a oportunidade de participar de eventos que discutam o investimento social de empresas na criança e no adolescente, promovidos pela Fundação Abrinq;
  • Receber subsídios técnicos para o desenvolvimento e aprimoramento de suas ações sociais;
  • Ao ser reconhecida como “Amiga da Criança”, a empresa pode utilizar o selo em suas embalagens e demais materiais de divulgação – como site, papelaria, notas fiscais, adesivos, cardápios, etiquetas, luminosos, sacolas, malas diretas, banners e anúncios, entre outros;
  • O selo Empresa Amiga da Criança não poderá ser utilizado em embalagens ou materiais de produtos e serviços impróprios ou inadequados para crianças e adolescentes e que não respeitem sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.

Evolução do selo Empresa Amiga da Criança

Linha do Tempo

  • Em 1993 realizaram-se campanhas de denúncia, exposições de fotografias, e a divulgação do vídeo “Profissão: criança”, de autoria da cineasta Sandra Werneck.
  • Em 1994 a Fundação Abrinq realizou uma exposição fotográfica que denunciava, pela primeira vez no país, a situação de crianças trabalhadoras, cujas fotos estão publicadas no livro Crianças de Fibra, de Iolanda Huzak e Jô Azevedo.

A partir dessa ação a Fundação Abrinq lançou em 1995 o Programa Empresa Amiga da Criança, com o objetivo de mobilizar organizações do setor produtivo para o combate à exploração da mão-de-obra de crianças e adolescentes.

Nesse mesmo ano, a Fundação Abrinq procurou a Revista Atenção com denúncias de utilização de trabalho infantil em cadeias produtivas de diversas grandes empresas no Brasil. O dossiê se transformou na reportagem “Nossas crianças: a sucata do progresso”, que mostrava como a produção de produtos como suco de laranja, açúcar e álcool, carvão e calçados se beneficiava, em alguma parte do processo produtivo, do trabalho de crianças.
Após esse momento, cuja estratégia principal era de denúncia, a Fundação Abrinq passou a construir parcerias e articular compromissos públicos, através de pactos com associações empresariais que se dispõem a atuar no combate ao trabalho infantil.

Em seis anos de atuação, o programa pôs o tema do combate ao trabalho infantil em evidência e participou da articulação de 10 pactos em cadeias produtivas tais como cana-de-açúcar, laranja, calçados e fumo.

A Fundação Abrinq também é instituição fundadora do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, que surgiu em novembro de 1994 com o objetivo de articular as iniciativas do governo e da sociedade para erradicar o trabalho infantil, passamos a integrá-lo em junho de 1995 e participamos até 2003 da coordenação colegiada. O Fórum reúne representantes do governo, trabalhadores, empresários e organizações da sociedade civil na busca de uma política nacional efetiva de combate ao trabalho infantil.

Em 1995 também foi lançado, nacionalmente, o Programa Empresa Amiga da Criança em Brasília/DF.

Em 2001 o Programa Empresa Amiga da Criança foi reestruturado, envolvendo outros temas que não só o combate ao trabalho infantil. Esses novos compromissos referem-se a ações das empresas com os colaboradores, fornecedores e com a comunidade.

Desta forma a parceria estabelecida em 2005 junto a Organização Internacional do Trabalho – OIT e aos Fóruns Estaduais de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, no Programa de Duração Determinada para Contribuir à Prevenção e Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil no Brasil se torna estratégico para o fortalecimento do Programa, pois nossa atuação é de âmbito nacional, referendando nossa ação direta com o setor privado e resgatando os objetivos iniciais:

  • aumentar o número de ações empresariais em benefício da criança brasileira, contribuindo com a prevenção ao trabalho infantil;
  • incentivar o compromisso empresarial de não utilização de mão de obra infantil, contribuindo para a erradicação do trabalho infantil;
  • Promover parcerias entre:
    -Órgãos governamentais e empresas privadas,
    -ONGs e empresas privadas.

Em 2008 foi lançado um novo sistema de cadastramento, desenvolvido com a finalidade de conhecermos as diferentes características das empresas e proporcionar maior agilidade no preenchimento de dados, a partir de questões de múltipla escolha. Este sistema permite que, nos próximos anos, o Programa possa fazer uma análise da evolução dos investimentos sociais realizados pelas empresas.

Entre os compromissos que as empresas assumem para receber o selo Empresa Amiga da Criança houve novidade: o desenvolvimento de uma ação de conscientização que deve ser realizada com todos os públicos da empresa, informando sobre os prejuízos do trabalho infantil.

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Fundação Abrinq – Programa Adotei um Sorriso O que é

 Adotei um Sorriso é um programa que aproxima profissionais liberais – que queiram se dedicar voluntariamente a uma causa – de organizações sociais que atendem crianças e adolescentes de famílias de baixa renda.

Realizado pela Fundação Abrinq o programa sensibiliza e capacita organizações sociais para que recebam os profissionais liberais e mobiliza os voluntários para que possam ajudar a melhorar a qualidade do atendimento oferecido às crianças e adolescentes.

 

 

 

Podem participar do Programa Adotei um Sorriso:

  • Dentistas
  • Fonoaudiólogos
  • Médicos Pediatras
  • Nutricionistas
  • Oftalmologistas
  • PsicólogosHistórico:
  • Em 1996 quinze dentistas preocupados com a saúde bucal de crianças e adolescentes de baixa renda uniram-se à Fundação Abrinq e comprometeram-se a “adotar” o tratamento odontológico de uma criança ou adolescente até a idade adulta e a difundir esta idéia entre seus colegas. Nasce assim o Adotei um Sorriso.
  • Dois anos depois, o grupo de 15 dentistas tinha se transformado numa legião de 1.577 profissionais e já estavam espalhados por todos os estados do País. Hoje, além dos dentistas, podem participar deste movimento voluntário, fonoaudiólogos, médicos pediatras, nutricionistas, oftalmologistas e psicólogos.

O Adotei um Sorriso faz o elo entre profissionais voluntários e organizações que atendem crianças e adolescentes. Participe!

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Fundação Abrinq – Projeto Pé da Letra – O que é ?

Desenvolvido em parceria com o banco alemão Deutsche Bank desde janeiro de 2009, o “Projeto No Pé da Letra” tem como objetivo capacitar profissionais que atendem crianças da pré-escola para que possam desenvolver práticas em sala de aula que favoreçam a construção de uma imagem positiva da leitura como uma atividade prazerosa, divertida e cotidiana.

Inicialmente foram identificadas oito Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), do Campo Limpo, zona sul de São Paulo. Em seguida houve uma formação de 16h sobre práticas de leitura, leitura literária e não literária, a importância do ato de ler, entre outros temas, oferecida a quatro professores de cada escola.

Após a formação, são desenvolvidos projetos pedagógicos que têm como objetivo o desenvolvimento de diversas atividades de leitura com as crianças durante o período de 18 meses, considerando inclusive a participação das famílias nessas ações.

A formação oferecida inclui atividades complementares que têm como objetivo a ampliação do universo cultural desses professores e servem de subsídios para os trabalhos em sala de aula junto às crianças, tais como visita a museus, exposições de artes plásticas e idas ao cinema com filmes que tratam de temas trabalhados no processo formativo.


Contexto

Formar leitores é ainda um grande desafio para o Brasil. Segundo o Indicador de Analfabetismo Funcional, desenvolvido pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, em pesquisa apresentada em 2007, 64% dos brasileiros na faixa etária de 15 a 64 anos que estudaram até a 4ª série são considerados analfabetos funcionais. Ou seja, não são capazes de ler textos longos, localizar mais de uma informação e estabelecer relações entre diversos elementos do texto.

Além disso, estudos revelam que as crianças que entram em contato com o mundo dos livros e da leitura desde cedo ficam muito mais estimuladas a aprender a ler, a escrever e adquirem maior capacidade de abstração.

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A Fundação Abrinq – Save the Children está nas ruas com a campanha para arrecadação de recursos: Face to Face.
Os captadores percorrem as ruas da cidade de São Paulo e da Grande São Paulo pedindo a atenção dos pedestres para ouvir qual e como é desenvolvido o trabalho da Fundação Abrinq – Save the Children. Com a campanha, a organização busca novos doadores com o objetivo de ampliar o número de beneficiados.
Ao assumir um compromisso com a organização, a contribuição de cada um é repassada aos programas e projetos da organização, que já beneficiou mais de 6 milhões de crianças e adolescentes no país.
Você pode ser abordado por um dos nossos captadores, saiba onde eles estão:

  • AV FARIA LIMA
  • AV JUSCELINO KUBITSCHEK
  • AV SÃO LUIS
  • CIDADE EMBU DAS ARTES
  • METRO CLINICAS
  • ESTAÇÃO DE METRÔ CONSOLAÇÃO
  • ESTAÇÃO DE METRÔ SANTANA
  • PINHEIROS
  • RUA AUGUSTA
  • RUA DA CONSOLAÇÃO
  • SHOPPING PAULISTA
  • UTINGA – SANTO ANDRE

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