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O Que Devemos Saber Sobre Medicamentos de Acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA - PHARMACTIVA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO EM SÃO PAULO ZONA SUL DELIVERY

Medicamentos são produtos especiais elaborados com a finalidade de diagnosticar, prevenir, curar doenças ou aliviar seus sintomas, sendo produzidos com rigoroso controle técnico para atender às especificações determinadas pela Anvisa.
O efeito do medicamento se deve a uma ou mais substâncias ativas com propriedades terapêuticas
reconhecidas cientificamente, que fazem parte da composição do produto, denominadas fármacos, drogas
ou princípios ativos.
Os medicamentos seguem a normas rígidas para poderem ser utilizados, desde a sua pesquisa e desenvolvimento, até a sua produção e comercialização.

IMPORTANTE
Para que os medicamentos tenham o efeito desejado, eles devem ser usados de forma correta e com orientação médica e farmacêutica.

PARA QUE SERVEM OS MEDICAMENTOS?
Alívio dos sintomas
• Diminuem ou eliminam sintomas (dor, febre, inflamação, tosse, coriza, vômitos, náuseas, ansiedade, insônia, etc), mas não atuam nas causas.
Ao aliviar os sintomas, o medicamento pode mascarar a doença, dando a falsa impressão de que o problema foi solucionado. Por isso, antes de usá-lo, é importante consultar o médico e o farmacêutico.
Cura das doenças
• Eliminam as causas de determinada enfermidade, como infecções e infestações. Tem-se como exemplos: antibióticos, antihelmínticos (medicamentos contra vermes), antiprotozoários (medicamentos
contra malária, giardíase e amebíase);
• Corrigem a função corporal deficiente: suplementos hormonais, vitamínicos, minerais e enzimáticos, etc.
Prevenção de doenças 
• Auxiliam o organismo a se proteger de determinadas doenças.
Alguns exemplos são: soros, vacinas, antissépticos, complementos vitamínicos, minerais e enzimáticos, profiláticos da cárie, etc.
Diagnóstico
• Auxiliam na detecção de determinadas doenças, além de avaliar o funcionamento de órgãos. Neste grupo estão os constrastes radiológicos.
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Ao utilizar um medicamento é importante ter CONHECIMENTO para quê ele é indicado.
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QUAL A DIFERENÇA ENTRE REMÉDIO E MEDICAMENTO?
No dia a dia, é muito comum notar pessoas ou meios de comunicação utilizando a palavra remédio como sinônimo de medicamento. No entanto, elas não significam a mesma coisa.
A idéia de remédio está associada a todo e qualquer tipo de cuidado utilizado para curar ou aliviar doenças, sintomas, desconforto e mal-estar.
Alguns exemplos de remédio são: banho quente ou massagem para diminuir as tensões; chazinho caseiro e repouso em caso de resfriado; hábitos alimentares saudáveis e prática de atividades
físicas para evitar o desenvolvimento de doenças crônicas nãotransmissíveis; medicamentos para curar doenças, entre outros.
Já os medicamentos são substâncias ou preparações elaboradas em farmácias (medicamentos manipulados) ou indústrias (medicamentos industriais), que devem seguir determinações legais de segurança, eficácia e qualidade.
Assim, um preparado caseiro com plantas medicinais pode ser um remédio, mas ainda não é um medicamento; para isso, deve atender uma série de exigências do Ministério da Saúde, visando garantir a segurança dos consumidores.
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todo medicamento é um remédio, mas nem todo remédio é um medicamento.
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O QUE SÃO FORMAS FARMACÊUTICAS?
São as diferentes formas físicas que os medicamentos podem ser apresentados, para possibilitar o seu uso pelo paciente.
Quais são as formas farmacêuticas?
• Comprimidos
• Cápsulas, pós e granulados
• Xaropes
• Soluções (gotas, nasais, colírios, bochechos e gargarejos e injetáveis)
• Supositórios, óvulos e cápsulas ginecológicas
• Aerossóis
• Pomadas e suspensões
POR QUE EXISTEM AS DIFERENTES FORMAS FARMACÊUTICAS?
• Para facilitar a administração.
• Garantir a precisão da dose.
• Proteger a substância durante o percurso pelo
organismo.
• Garantir a presença no local de ação.
• Facilitar a ingestão da substância ativa.
Em alguns casos, as formas farmacêuticas servem para facilitar a administração de medicamentos por pacientes de faixas etárias diferentes ou em condições especiais. 
Para uma criança, por exemplo, é mais fácil engolir gotas em um pouco de água do que engolir um comprimido.

Os rótulos devem apresentar informações adequadas para a dispensação e o uso do medicamento, armazenamento correto e rastreamento, desde a sua fabricação até o consumo. Em algumas situações, devem alertar sobre os riscos do uso do produto para
alguns grupos como diabéticos, celíacos e alérgicos, podendo conter orientações adicionais.
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IMPORTANTE
Até julho de 2011, todas as embalagens sofrerão algumas mudanças:
• O nome do medicamento deverá ser impresso em braile nas caixas.
• A impressão do número do lote e data de validade e de fabricação nas caixas deverá possuir cor ou contraste legível.
• Frases de alerta sobre alteração dos cuidados de conservação
ou redução do prazo de validade serão incluídas.
• A idade mínima aprovada para uso seguro do medicamento
será detalhada.
• Um selo de rastreabilidade que possibilitará acompanhar o medicamento desde a fabricação até a dispensação.

Evite armazenar sobras de medicamentos em casa, formando
as chamadas “farmácias caseiras”. Às vezes é importante ter
em casa alguns medicamentos de venda isenta de prescrição
médica, para alguma emergência, além de ser necessário
guardar aqueles de uso contínuo. Nesses casos, eles devem
ser checados constantemente para retirada dos que
apresentem prazo de validade vencido ou estão há muito
tempo fora de uso.

Receita da cor BRANCA

É prescrita por médicos e dentistas para a dispensação dos medicamentos que possuem tarja vermelha. Alguns medicamentos necessitam de controle especial, devendo ser prescritos em duas vias da receita branca, uma via ficando retida no estabelecimento farmacêutico e outra ficando com o paciente. Toda receita deverá estar escrita de modo legível, contendo:
• Nome e endereço do paciente.
• Nome do medicamento, concentração e quantidade.
• Modo como deve ser utilizado o medicamento.
• Nome e CRM do médico.
• Data e assinatura do médico.

Notificação de receituário da cor AZUL

A notificação é um documento padronizado, com numeração controlada pelos órgãos de vigilância sanitária, emitida pelo médico ou dentista para dispensação de medicamentos que podem causar dependência(psicotrópicos). A notificação deve sempre acompanhar uma receita branca, porque ela fica retida na farmácia e drogaria para comprovação de que o medicamento foi dispensado da forma correta. A receita branca fica com o paciente para informação sobre o uso do medicamento.

Fonte: Site Da ANVISA
http://www.vigilanciasanitaria.sc.gov.br/index.php/download/category/112-medicamentos?download=102:cartilha-o-que-devemos-saber-sobre-medicamentos-anvisa